Porto - escapadinha.
Bye, bye, férias!
Ainda tenho uns dias pendurados… mas faltar-lhes-ão o sol, os dias maiores ou as noites (escolham), o calor, o espírito geral de boa disposição na cara das pessoas, para lhes dar o verdadeiro sabor a férias.
A não ser que… Pois, é. É isso mesmo. A não ser que eu vá ter com esse espaço / tempo. Logo se verá.
A semana teve o ponto alto no Porto. “Red Bull Air Race” foi o apelo principal.
Um pouco fora de tempo este post.
Dois dias a ver aeromodelismo em ponto um bocadinho maior, mas sem se ver ninguém em terra a puxar fios ou com rádio-comando nas mãos.
Incrível a precisão e rapidez dos movimentos daqueles brinquedos.
Incrível, também, o amontoado de gente que, como eu, resistiu ao sol escaldante de um céu límpido de verão em Portugal. Será que também já começaram a perder a pele?
Incrível, ainda, a experiência que vivi no sábado.
Saindo do Ipanema Hotel resolvi, prevendo uma maior enchente no Porto, levar o carro ao colo até ao outro lado e ficar em Gaia a apreciar a corrida.
No dia anterior, a pé, fui até lá e tive uma perspectiva completa da mesma. E uma vista maravilhosa da cidade do Porto, iluminada por toda aquela luz solar. Assim, repetiria a dose para a vista e ficaria com a viatura pronta a “levantar ferro” por forma a fugir à confusão da fuga ao fim do dia. Pensei.
Puro engano. Tive que estacionar no parque do Corte Inglês e tentar chegar lá abaixo, ao rio, a pé. O que também não foi possível. Trânsito cortado, até o pedonal (já estaria super-lotado o espaço!).
Foi subir outravez o que tinha sido descido e procurar dar um ar positivo “à coisa”.
O “Metro” ainda funcionava sobre a Ponte D. Luís. Porque não?
Meus senhores do metro do Porto, por favor alterem esse sistema de compra do “andante” (para quem não sabe - eu não sabia - é esse o nome que dão ao título de transporte). Verão que rapidamente ficarão a ganhar.
Complicado e mais uma carga ambiental. Vendem um cartão por pessoa e por viagem (ida ou ida-e-volta). Cartão magnético que se tem que validar antes de entrar no eléctrico - desculpem, no metro (do mal o menos) - mas que depois se deita fora.
Então para quê um cartão daqueles, tipo multibanco, que podia e devia servir para carregar viagens enquanto aguentasse?
No regresso, tive o gosto de atravessar a ponte a pé, vendo o Porto e Gaia lá de cima. Não perdem a beleza que têm quando se vêem de longe. Porque de perto… embora se notem muitas melhorias e se continuem a ver edifícios antigos com arquitectura impagável e painéis de azulejos riquíssimos em beleza, também se apercebem cantos e recantos de pobreza e abandono. O que é uma pena.
Ainda tenho uns dias pendurados… mas faltar-lhes-ão o sol, os dias maiores ou as noites (escolham), o calor, o espírito geral de boa disposição na cara das pessoas, para lhes dar o verdadeiro sabor a férias.
A não ser que… Pois, é. É isso mesmo. A não ser que eu vá ter com esse espaço / tempo. Logo se verá.
A semana teve o ponto alto no Porto. “Red Bull Air Race” foi o apelo principal.
Um pouco fora de tempo este post.
Dois dias a ver aeromodelismo em ponto um bocadinho maior, mas sem se ver ninguém em terra a puxar fios ou com rádio-comando nas mãos.
Incrível a precisão e rapidez dos movimentos daqueles brinquedos.
Incrível, também, o amontoado de gente que, como eu, resistiu ao sol escaldante de um céu límpido de verão em Portugal. Será que também já começaram a perder a pele?
Incrível, ainda, a experiência que vivi no sábado.
Saindo do Ipanema Hotel resolvi, prevendo uma maior enchente no Porto, levar o carro ao colo até ao outro lado e ficar em Gaia a apreciar a corrida.
No dia anterior, a pé, fui até lá e tive uma perspectiva completa da mesma. E uma vista maravilhosa da cidade do Porto, iluminada por toda aquela luz solar. Assim, repetiria a dose para a vista e ficaria com a viatura pronta a “levantar ferro” por forma a fugir à confusão da fuga ao fim do dia. Pensei.
Puro engano. Tive que estacionar no parque do Corte Inglês e tentar chegar lá abaixo, ao rio, a pé. O que também não foi possível. Trânsito cortado, até o pedonal (já estaria super-lotado o espaço!).
Foi subir outravez o que tinha sido descido e procurar dar um ar positivo “à coisa”.
O “Metro” ainda funcionava sobre a Ponte D. Luís. Porque não?
Meus senhores do metro do Porto, por favor alterem esse sistema de compra do “andante” (para quem não sabe - eu não sabia - é esse o nome que dão ao título de transporte). Verão que rapidamente ficarão a ganhar.
Complicado e mais uma carga ambiental. Vendem um cartão por pessoa e por viagem (ida ou ida-e-volta). Cartão magnético que se tem que validar antes de entrar no eléctrico - desculpem, no metro (do mal o menos) - mas que depois se deita fora.
Então para quê um cartão daqueles, tipo multibanco, que podia e devia servir para carregar viagens enquanto aguentasse?
No regresso, tive o gosto de atravessar a ponte a pé, vendo o Porto e Gaia lá de cima. Não perdem a beleza que têm quando se vêem de longe. Porque de perto… embora se notem muitas melhorias e se continuem a ver edifícios antigos com arquitectura impagável e painéis de azulejos riquíssimos em beleza, também se apercebem cantos e recantos de pobreza e abandono. O que é uma pena.
P.S.:
O seu a seu dono!
Afirmei que o "andante" se esgotava com uma passagem de ida ou de ida e volta passando, a partir daí, a fazer parte do lixo ecológico que enche os nossos espaços.
Não inventei, foi o que me disseram algumas pessoas do Porto, mesmo junto à máquina comedora de moedas.
O XISTOSA, que é um "tripeiro" de longos anos, informou que, afinal, o andante é recarregável. Ficam aqui a rectificação e as minhas desculpas. E o agradecimento ao Xistosa.

