quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A galope

Did you ever see an unhappy horse?
Did you ever see bird that had the blues?
One reason why birds and horses are not unhappy is because they are not trying to impress other birds and horses.


Dale Breckenridge Carnegie
1888 - 1955


Chateâu de La Hulpe

Visto em Chateâu de La Hulpe

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Galopando

Old minds are like old horses; you must exercise them if you wish to keep them in working order.

John Adams
1735 – 1826


Chateâu de La Hulpe
Vistos em Chateâu de La Hulpe

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Verde 2

If you reveal your secrets to the wind
you should not blame the wind for revealing them to the trees.


Kahlil Gibran
1883 - 1931

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Vista em Chateau de La Hulpe - - - - - - - - - - - - - -

domingo, 6 de setembro de 2009

Verde

There's nothing that keeps its youth,
So far as I know, but a tree and thruth.


Oliver Wendell Holmes
1809 - 1894

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Vista em Chateâu de La Hulpe - - - - - - - - - - - - -

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Escapadinha a Paris - FR ...

... e os combóios (composição de metro) a rodar com pneus.

Paris - FR


Estação de metro com nome muito sugestivo para a língua portuguesa.

Paris - FR

E algumas outras vistas.


terça-feira, 1 de setembro de 2009

Preciso de forças para mais um ano de trabalho ...

... a Dios le pido.

domingo, 16 de agosto de 2009

Paradisio – BE

Paradisio, em Brugelette, entre as cidades de Ath e de Mons, a cerca de 60 Km de Bruxelas.

Ontem, sábado, 15.08.2009. Sol todo o dia. Temperaturas tropicais acima dos 30º C.

Espaço especial para crianças, mas cheio de adultos felizes.

Muito amplo, cheio de verdes, cores fortes, lagos, flores, muitas aves e outros animais, gaiolas gigantes para acolher aves de grande porte, onde se pode entrar, outras normais, mais para a passarada, algumas aves a viver livremente, estufas frias e tropicais, com fauna e flora a condizer.

Inebriante.

Um dia bem passado, que indico a quem ainda não conhece.

Fica uma pequena amostra.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Just you and me. We are the world!

E já lá vão muitos anos. 1984/1985 - 2009, foi um quarto de século.

Étiópia e a fome e a doença (e a guerra, sua principal fonte), já reuniam artistas pela luta contra o pior dos humanos.

Já nessa altura, ao que parece, o dinheiro ia parar a outras mãos, que não os putativos destinatários.

"We are the world", da "USA for Africa" ( = United Support of Artists for Africa), no entanto, ainda continua um momento para ser ouvido e visto e rever algumas caras.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

É melhor estar quieto

Um máxima que espelha ao mesmo tempo a sabedoria popular ancestral; o grito permanente de uma multidão em revolta rumo à vitória; e o seu oposto, o conformar-se com o ciclo de que, mesmo quando a vitória chega, ela é efémera.

"O ser humano no seu melhor (pior)".




Recebida por e-mail. Agradecimento a quem ma enviou, A.R.

sábado, 1 de agosto de 2009

Rapidinhas por Lille - França


terça-feira, 28 de julho de 2009

Vista AQUI - - - - - - - - - - -




Vou a banhos, que o verão não está a dar "pró pitrol".

domingo, 26 de julho de 2009

Mamma ...

... todos os dias continuam a ser teus.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Pedra filosofal do PSD

Hoje li no jornal “Público” (entre outros), que o PSD vai apresentar um programa eleitoral “minimalista”.

De imediato me lembrei de como têm sido fartos de promessas os programas dos partidos que, rotativamente, têm andado a cavalgar este passivo e pacífico povo luso de que orgulhosamente faço parte.

E assaltou-me a dúvida do que seria isso de programa minimalista, pequeno, simplista, exequível, ...

Será que é alguma antecipação, já certa, de que estas eleições estão ganhas e que, por isso, há só que assegurar linhas sintéticas e suficientemente abstractas para memória futura, para tudo ficar coberto e nada assumido, do mínimo ao máximo e, por isso, não haver falha possível a apontar na próxima corrida, ou é fruto de incapacidade de ir contra "a tal de crise” que ainda há poucos meses não existia, e muito menos era grave, mas que já começa a assentar nos discursos laranja da campanha pre-saborosa a governação?

Ufa, que lá vem mais do mesmo, para pior, já que não sendo o original, a cópia nunca sai melhor.

Entre um programa cheio de sonhos sob forma de promessas e um pífio de horizontes... venha o diabo e escolha.

"Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.
"

terça-feira, 21 de julho de 2009

O dia 21 de Julho - em 3 momentos

1º Momento:

Hoje é o Dia Nacional de Guam, que é uma ilha no meio do Oceano Pacífico, a maior na Micronésia.

Vivam os “Chamorros” (naturais da ilha).

Guam foi espanhola, quando o português Fernão de Magalhães, às ordens de Castela, chegou a esse paraíso; foi americana em finais do século XIX; na II. G.G. foi invadida e ocupada pelos japoneses; e a 21 de Julho de 1944 os americanos voltaram à ilha para reocupá-la, daí o seu dia nacional.

Tem um estatuto híbrido: não é um estado federado dos E.U.A.; não é considerado como uma possessão (em “português pouco politico”, quer dizer, colónia); tem pois o estatuto de território não incorporado, mas sob jurisdição dos E.U.A., o que é outro eufemismo para a mesma realidade, penso.

GUAM é, também, nome de uma organização internacional de cooperação entre a Geórgia, Ucrania, Azerbeijão e Moldávia.



2º Momento:


Hoje é, também, o Dia Nacional da Bélgica.

Desde 1890 que é assim.

A 21 de julho de 1831, o primeiro rei belga, Leopoldo de Saxe-Coburgo, jurou fidelidade à Constituição e comprometeu-se a manter uma monarquia constitucional e parlamentar, marcando o início da Bélgica como país independente.

Não sei se pelas adicionais medidas de segurança ( o atentado deste ano à família real do país vizinho – Holanda, terá influenciado o acréscimo dos receios), ou simplesmente por me ser impossível romper pelo pequeno espaço deixado à multidão acumulada (que quanto a mim este ano foi menos que nos anos anteriores), não consegui ir até um ponto que me permitisse fotografar o momento da passagem do desfile militar pela tribuna real. Desisti. Mas ficam alguns olhares, onde a parte militar é prato forte e os "momentos militares veteranos", os que mais me fixaram.








3º Momento:



Que nestes dias me deixa, desde há alguns anos, com pouco espírito para festas.

Um dia, há-de acontecer-nos a todos. É a lei natural da vida.

Para ti fica esta flor.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

"That's one small step for man, one giant leap for mankind."

Foto copiada daqui - - - - - - - - - -
Foi a 20 de Julho de 1969.

Já lá vão 40 anos!
Ufa, que vai em velocidade exponencialmente acelerada!

A corrida ao espaço, lançada por J. F. Kennedy, num tempo de guerra fria (só aqueceu para os outros), levou 3 americanos até à órbita da Lua, e dois "alunaram" no Mar da Tranquilidade.

Hoje, vai haver evocação deste evento na net e jornais e TV e rádio, até à exaustão. Afinal, mesmo com eleições à porta, estamos em pleno verão.

Mas não podia, também, deixar passar o momento que vivi há 40 anos, onde muitos adultos e uns quantos jovens à minha volta se riam por eu estar tão crédulo nos relatos e comentários que se ouviam na rádio e se leram nos dias seguintes, recordando-me de como vibrei com o acontecimento.

Acreditei, desde o primeiro momento, na existência de viagens ao espaço, na possibilidade de o homem conseguir, por interesses político-militares também, mas por já se fazer sentir a necessidade de procura de novos espaços, nem que essa necessidade pudesse ter motivações mais inconscientes do que racionalmente programadas. Tal como me convenço, cada vez mais, que esta "Bolinha" maravilhosa que nos transporta não será eterna na sua capacidade de nos oferecer sustento e abrigo e, ao mesmo tempo, absorver e reciclar tanta agressão que lhe é inflingida. Claro que já não serei eu a sentir os piores efeitos de tanta agressão. Ou de que não seremos as únicas formas de vida inteligente (no conceito que é comummente aceite) em todo este espaço, do qual nem imaginamos a dimensão.

Hoje, 40 anos depois, ainda há humanos nesta nossa bola azul que não acreditam no feito, que acham que tudo não passou e não passa de mistificações e manipulações de imagens! Pior, que acham que ela, a bola azul, vai conseguir manter, "ad infinitum", este ritmo de desgaste a que actualmente a obrigamos, sem nos cortar o fornecimento de vida.

E não posso deixar de associar este evento aos que o precederam, desde os das primeiras idas ao espaço - ao cosmos, como dizem os do leste europeu - e das reportagens saídas sobre o sofrimento de cosmonautas que não conseguiam regressar à Terra, silenciado por uns e manipulado por outros, com recurso aos meios de comunicação de então: "Tenho frio, tenho muito frio", lia-se, palavras ditas por quem se encontrava literalmente perdido no espaço, para sempre, não para noticiar um desastre humano, mas mais uma derrota do outro lado, esquecendo os possíveis esforços que poderiam e deveriam ser feitos. Nesse aspecto, a nossa bola está bem melhor, actualmente.

E aqui cabe, também, uma palavra para aquele "Mestre da comunicação sobre a ciência do COSMOS", dos anos 70, que fez despertar o interesse de muitos para "o oceano" que é o Universo, onde navega este "nosso grão de poeira".
CARL SAGAN, pois claro, esse viajante do universo a partir de uma cadeira e de um estúdio.

Aos que desbravam outros mundos, como nós já o fizemos com este há 500 anos, dedico esta minha mensagem.

sábado, 18 de julho de 2009

Escapadas a MECHELEN / MALINES – (BE)

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O Escudo de Portugal

Mechelen, em neerlandês, ou Malines, em francês, a meio caminho (25 Km) entre Bruxelas e Antuérpia, já foi capital dos Países Baixos (numa configuração territorial e política diferente da actual), ainda que por um curto período de tempo, na primeira metade do século XVI.

Das ligações dinásticas que então se entrecruzavam na Europa pelos casamentos, ainda hoje se podem ver os seus vestígios, nomeadamente num brazão fixado na fachada de um edifício, onde se encontra também o escudo de Portugal, penso que devido às ligações de Isabel de Portugal com Carlos V (ou I, de Castela, nascido em Gent).

Não consegui confirmar, pois de heráldica... népias.

Se resolverem vir a estas paragens da Europa, "percam-se" um pouco por Mechelen, que vale a pena e a um saltinho de Bruxelas.

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Os negros (Nekker), tidos como demónios

No entanto, a área do município de Mechelen tem vestígios de ter tido uma pequena aldeia, de nome Nekkerspoel, de povos que terão vivido na “Era de La-Tène”, idade do ferro, cultura descendente da de Hallstatt -zona (mas que também é nome de cidade localizada à volta de um lago, que considero um verdadeiro paraíso para uma semana ou duas de férias, localizada em Salzburgo – Áustria).

Dessa aldeia primitiva herda Mechelen um dos seus ícones - o demónio. Nekker, significa “negro”, donde “aldeia dos negros”, sendo que se ligavam os negros aos demónios, aos lobisomens.

Existe uma casa, reconstruída, onde à entrada se podem ver figuras representativas do demónio:
homens chifrudos com pés de cabra.

Parece que a população se dedicava à metalurgia e, talvez por isso (não sei), andarem sempre negros pelo efeito do carvão e do fogo. Aparentemente, nada indica que seriam povos africanos ou seus descendentes.

Estava um dia de sol forte, e dizia a guia, "por isso é preciso ter cuidado com a exposição da nossa pele ao sol", olhando de soslaio para mim.

Pois, com tantas "peles de osga" no grupo, nem precisava de olhar para mim para se saber que era eu o alvo do comentário!

Só fiquei na dúvida se era um comentário positivo, por ela gostar de demónios, ou se estava com receios demoníacos.





A torre da catedral de Saint Rombaut (Sint-Rombautstoren)

Mechelen tem uma história de subidas e descidas de importância económico-política e sofreu diversos desaires bélicos que culminaram com a sua quase destruição pelas bombas da II G.G., mas que remontam a muito cedo na sua existência.

A sua catedral, que deve o nome ao missionário irlandês, ou escocês - não é certo, que cristianizou as populações da área e foi canonizado, Saint Rombaut, ainda hoje tem a sua torre inacabada devido às diversas guerras e suas destruições e pilhagens. Dos 160 metros projectados, não chega aos 100 metros de altura. As obras foram reiniciadas por duas vezes e por duas vezes foram interrompidas.

A esta catedral está ligada uma estória motivo de chacota que envergonha a população: conta-se que alguém, numa noite de Lua-cheia e muito nevoeiro, ao regressar a casa noite adentro, inspirado pelo excesso de cerveja, reparou num incêndio que consumia a torre da catedral. Dado o alerta, a população - presidente do município incluído - acorreu com baldes de água, passados de mão em mão até ao alto da torre, prontos a apagar o terrível incêndio que, numa rápida aberta do nevoeiro demonstrou não ser mais do que os efeitos do luar avermelhado agigantado pela neblina... e muito álcool. De toda a população? Ao que parece.

Por isso, actualmente, os habitantes de Mechelen ainda são conhecidos pelos “Maneblussers” (Moon extinguishers), ou, literalmente, “extintores da Lua”.

Do cimo da torre, com dois andares para pausa e exposição de artigos de museu ligados à torre e dos seus famosos dois carrilhões e maquinismo do relógio, 520 degraus depois do início, oferece-nos paisagens até onde o tempo o permite. Com a minha objectiva 75-300 consegui captar o Atomium, a 25 km de distância, com reflexos dos raios solares nas suas esferas.
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A cerveja sempre presente na Bélgica


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Produzindo “bombeiros da Lua”, a cerveja na/da Bélgica é um ícone que se encontra em cada canto que se visite.

Actualmente já existem poucas fábricas artesanais de cerveja. Mas ainda se encontram algumas.

Em Mechelen, a profusão de pequenas fábricas de cerveja não deveria ser diferente da que existiria em outras localidades da Bélgica.

Não havia refrigerantes; a água existente nos rios e canais, alguns de água estagnada, não era a bebida mais indicada; o leite, segundo a cultura destes territórios, só devia ser regularmente consumido até à perda dos dentes de leite e, provavelmente, também haveria a cultura machista de quem bebe leite... é gato (para não dizer outra coisa)!, donde poder-se encontrar uma cervejaria em cada canto, produzindo para consumo próprio e dos amigos. A maioria da cerveja era de baixo grau alcoólico e, muitas vezes, com mistura e sabor a frutos. Enfim, era um refresco e a compensação para a falta de líquidos bebíveis.

Interessante a estória de que a primeira cerveja produzida foi a cerveja preta.

Perguntou-me a guia, "sabe porquê e porque é tão saborosa?", não esperando pela minha resposta:
"Porque como a técnica ainda não estava apurada, não conseguiam retirar toda a composição que havia na água dos canais, que serviam de fossa e de meio de transporte do lixo para a povoação seguinte".

A seguir, foi hora de almoço, num barco-restaurante e, claro, não consegui ir buscar os sabores e aromas da cerveja preta.

Só uma "blonde" (loira, cerveja branca) me podia fazer companhia. Mas fiz questão de pedir "a cerveja" de Mechelen. UHMMMM! que ia outra, agora.

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A água, os canais e os rios


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O Rio Dijle


E aqui vai a última parte destas minhas escapadas por Mechelen.

É dificíl viajar pela Bélgica, Holanda, França, enfim, por estes lados da Europa, sem que, a cada canto, não encontremos um rio domesticado, um canal, uma eclusa.

A água sempre foi a fonte de vida e de fixação de vida às terras. E, a mim, deixa-me hipnotizado. A do mar, especialmente, mas a dos rios, também.

Irriga as terras; ameniza o clima; é estrada para o transporte de mercadorias; é meio de comunicação; é fonte de lazer; era uma defesa militar natural, hoje já pouco relevante; e etc.

Já escrevi aqui no blogue - lá mais para trás, que não entendo porque é que Portugal (e Espanha), nunca se decidiu(iram) politicamente pela construção de canais, especialmente a sul, onde os terrenos mais facilmente o permitem e onde mais necessários me parecem. Envolveria, concerteza, grandes investimentos mas... parece-me que valeria a pena (isto é só um suponhamos, que não tenho dados objectivos, quer financeiros, quer de outras perspectivas que também se deveriam ter em conta). Já estou a ver muitos a dizer: então nem Alqueva, quanto mais...

Mechelen tem o Canal de Louvain a passar-lhe a seus pés. Mas, mais importante, tem o Rio Dijle a regar-lhe o corpo. A baixa da cidade encontra-se na ilha formada pela bifurcação do rio, embora a cidade, não sendo muito grande, se espraie para lá da ilha.


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E aqui ficam mais uns olhares de Mechelen (o slideshow de todas as fotos fica ali ao lado):


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Ele há malucos e...

...bem, nem sei o que chamar a estes.

Acredito que já estão agarrados à auto-produção de adrenalina, em grandes doses.

Ai estes muchachos!

No México:


www.Tu.tv

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Ronronando em estereofonia.

terça-feira, 14 de julho de 2009

O eterno circo

Em Paris - - - - -