sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
A contra-ciclo
Nestes dias mais conturbados para o bolso da maioria dos portugueses, têm-se ouvido vozes a pedir, ou até mesmo a auto-flagelarem-se, para os ministros reduzir os seus vencimentos mensais, e até na A. R. se pediu para que se corte o 13º mês - o paga-férias.
A contra-ciclo peço, Sr. 1º Ministro, Sr. Ministro das Finanças, NÃO SÓ NÃO REDUZAM, ANTES AUMENTEM OS VOSSOS VENCIMENTOS.
Atenção, não se entusiasmem, ou não me chamem louco. Eu não estou a pedir para passarem a receber mais do que já recebem actualmente.
O que eu peço é mais transparência e moralização.
Avaliem quanto cada cargo público recebe por mês … além do vencimento.
Em telefones fixos e móveis; viaturas com motoristas; cartões de crédito; deslocações permanentes que eram implícitas antes de aceitarem o cargo, quantas vezes objecto de manobras de abuso de lei, etc. e, depois de tudo isso, tornem públicos esses valores e insiram-nos nos vencimentos de cada um dos cargos. Passem a pagar IRS e demais descontos legais sobre os mesmos, de forma transparente, sem criarem nem deixarem que criem artificialismos para mais fugas. Tudo o que se receber com periodicidade mensal devido às funções, passa a ser rendimento de trabalho.
A seguir, façam o mesmo nas restantes instituições públicas, incluindo as empresas públicas.
Após todo o sector público estar moralizado e com moral para exigir, estendam o regime ao sector privado, começando pelas empresas financeiras.
Querem ir para o trabalho e regressar a casa em carro com motorista? Porque não?
Querem viver com telefone colado ao ouvido? Porque não?
Querem ter um bom almoço e até alargado com outras pessoas? Porque não?
Mas paguem do vosso bolso, do vosso vencimento.
Passeiem-se com o povo, para não andarem com os pés no ar e a cabeça não sei onde.
Se é assim com a generalidade dos trabalhadores, porque é que os ministros, os secretários de estado, os directores-gerais, os membros dos gabinetes, os gestores públicos e os administradores privados o não podem e devem fazer? Adaptem-se os vencimentos, apliquem-se as taxas de IRS respectivas e de outros descontos legais, e façam do vosso dinheiro o que quiserem, aliás, como a generalidade dos trabalhadores o faz.
Para as tarefas "oficialmente oficiais", haja um serviço de gestão (devidamente escrutinado) de viaturas e de motoristas especificamente para esses fins. Sempre serão necessárias menos viaturas e menos motoristas e menos horas extraordinárias e menos gastos públicos.
O país está em crise, temos que apertar o cinto, moralize-se a vida do país. Mas de cima a baixo.
A contra-ciclo peço, Sr. 1º Ministro, Sr. Ministro das Finanças, NÃO SÓ NÃO REDUZAM, ANTES AUMENTEM OS VOSSOS VENCIMENTOS.
Atenção, não se entusiasmem, ou não me chamem louco. Eu não estou a pedir para passarem a receber mais do que já recebem actualmente.
O que eu peço é mais transparência e moralização.
Avaliem quanto cada cargo público recebe por mês … além do vencimento.
Em telefones fixos e móveis; viaturas com motoristas; cartões de crédito; deslocações permanentes que eram implícitas antes de aceitarem o cargo, quantas vezes objecto de manobras de abuso de lei, etc. e, depois de tudo isso, tornem públicos esses valores e insiram-nos nos vencimentos de cada um dos cargos. Passem a pagar IRS e demais descontos legais sobre os mesmos, de forma transparente, sem criarem nem deixarem que criem artificialismos para mais fugas. Tudo o que se receber com periodicidade mensal devido às funções, passa a ser rendimento de trabalho.
A seguir, façam o mesmo nas restantes instituições públicas, incluindo as empresas públicas.
Após todo o sector público estar moralizado e com moral para exigir, estendam o regime ao sector privado, começando pelas empresas financeiras.
Querem ir para o trabalho e regressar a casa em carro com motorista? Porque não?
Querem viver com telefone colado ao ouvido? Porque não?
Querem ter um bom almoço e até alargado com outras pessoas? Porque não?
Mas paguem do vosso bolso, do vosso vencimento.
Passeiem-se com o povo, para não andarem com os pés no ar e a cabeça não sei onde.
Se é assim com a generalidade dos trabalhadores, porque é que os ministros, os secretários de estado, os directores-gerais, os membros dos gabinetes, os gestores públicos e os administradores privados o não podem e devem fazer? Adaptem-se os vencimentos, apliquem-se as taxas de IRS respectivas e de outros descontos legais, e façam do vosso dinheiro o que quiserem, aliás, como a generalidade dos trabalhadores o faz.
Para as tarefas "oficialmente oficiais", haja um serviço de gestão (devidamente escrutinado) de viaturas e de motoristas especificamente para esses fins. Sempre serão necessárias menos viaturas e menos motoristas e menos horas extraordinárias e menos gastos públicos.
O país está em crise, temos que apertar o cinto, moralize-se a vida do país. Mas de cima a baixo.
Postado por
AGRIDOCE
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Marcadores: RAPIDINHAS
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
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