Passeando por Bruxelas
Mas também podem ver a apresentação foto a foto, clicando A Q U I.
Agrupei-as segundo o critério geográfico e/ou temático.
Em muitas, tenho referências ou aos locais, ou a algo que me decidi deixar como legenda/documentário.
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English subtitles - Legendas em inglês
JACQUES BREL
Les flamandes
Les Flamandes dansent sans rien dire
Sans rien dire aux dimanches sonnants
Les Flamandes dansent sans rien dire
Les Flamandes ça n'est pas causant
Si elles dansent c'est parce qu'elles ont vingt ans
Et qu'à vingt ans il faut se fiancer
Se fiancer pour pouvoir se marier
Et se marier pour avoir des enfants
C'est ce que leur ont dit leurs parents
Le bedeau et même Son Eminence
L'Archiprêtre qui prêche au couvent
Et c'est pour ça et c'est pour ça qu'elles dansent
Les Flamandes
Les Flamandes
Les Fla - Les Fla - Les Flamandes
Les Flamandes dansent sans frémir
Sans frémir aux dimanches sonnants
Les Flamandes dansent sans frémir
Les Flamandes ça n'est pas frémissant
Si elles dansent c'est parce qu'elles ont trente ans
Et qu'à trente ans il est bon de montrer
Que tout va bien que poussent les enfants
Et le houblon et le blé dans le pré
Elles font la fierté de leurs parents
Et du bedeau et de Son Eminence
L'Archiprêtre qui prêche au couvent
Et c'est pour ça et c'est pour ça qu'elles dansent
Les Flamandes
Les Flamandes
Les Fla - Les Fla - Les Flamandes
Les Flamandes dansent sans sourire
Sans sourire aux dimanches sonnants
Les Flamandes dansent sans sourire
Les Flamandes ça n'est pas souriant
Si elles dansent c'est qu'elles ont septante ans
Qu'à septante ans il est bon de montrer
Que tout va bien que poussent les petits-enfants
Et le houblon et le blé dans le pré
Toutes vêtues de noir comme leurs parents
Comme le bedeau et comme Son Eminence
L'Archiprêtre qui radote au couvent
Elles héritent et c'est pour ça qu'elles dansent
Les Flamandes
Les Flamandes
Les Fla - Les Fla - Les Flamandes
Les Flamandes dansent sans mollir
Sans mollir aux dimanches sonnants
Les Flamandes dansent sans mollir
Les Flamandes ça n'est pas mollissant
Si elles dansent c'est parce qu'elles ont cent ans
Et qu'à cent ans il est bon de montrer
Que tout va bien qu'on a toujours bon pied
Et bon houblon et bon blé dans le pré
Elles s'en vont retrouver leurs parents
Et le bedeau et même Son Eminence
L'Archiprêtre qui repose au couvent
Et c'est pour ça qu'une dernière fois elles dansent
Les Flamandes
Les Flamandes
Les Fla - Les Fla -Les Flamandes.
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Repito-me, como o tenho feito com os outros posts idênticos: irei actualizando os conjuntos de fotos.
Tenham uma boa semana.
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Hoje foi dia para ir à minha DêVêDótéca, pegar num dos filmes da celebração dos 100 anos de cinema que comprei na última semana que estive na Tuga e re-re-ver esta obra cinematográfica.
Não sou um grande fã de filmes musicais, mas este... tem sumo. No enredo e, especialmente, na superior representação de Topol. É a minha opinião, claro, mas estou bem acompanhado.
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Sem mais comentários da minha parte.
Só tive pena de não ter conseguido fotografar o dono, que faz jus à viatura que passeia por Bruxelas.
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Naquele dia, em que entrando pelos teus olhos te ofusquei o coração, bateste à porta do meu e arrendaste-lhe todo o espaço disponível.
Há quanto tempo!
Os dias foram sendo sempre sofregamente vividos.
Umas vezes apenas pelas nossas almas que comunicavam com o melhor instrumento sem fios que tivemos - o amor - forte e de uma energia tal que qualquer outro aparelho depressa se derreteria sem apelo.
Outras, viajávamos pela nave mais rápida que o homem ainda não construiu, quando caíamos em cada uma das nossas células, vivendo séculos em segundos, e atravessámos os nossos universos até aos confins do infinito, onde vimos galáxias de maravilhosas cores inexistentes, estrelas onde dançávamos ao som dos blues que ainda não foram produzidos, pousávamos em planetas puros para descansarmos das horas das viagens que estavamos a encetar e poder, ao fim de alguns minutos, retomá-las sem nunca darmos carta de alforria aos segredos sussurrados sem uma única palavra, aos choques eléctricos que recebíamos quando nos tocávamos sem parar.
Ao fim de cada viagem, ficava-nos a certeza do recomeço no momento seguinte, incansáveis.
Mas o tempo passou e tudo foi sendo posto em causa. Ao amor, puro, juntou-se-lhe o egoísmo.
Dos sentimentos, pouco mais restam que cinzas a toldar a relação, saídas de um vulcão que ainda continua activo, vomitando lava escaldante montanha abaixo, como se fosse água cristalina a rolar pela face, afogando a tua ausência, em cada noite desta vida de tormento.
De manhã, o despertador toca em rotinas diárias sem fim.
Acordo.
Então vejo que mais um pesadelo passou.
A vida assim não existe.
É ficção!
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As fotos não são minhas.
Foram-me enviadas por pessoa amiga que me autorizou a postá-las aqui no blogue (obrigado Selene).
Aveiro é a Veneza em Portugal.
Diria mesmo que em Itália existe uma Aveiro: Veneza.
A água alimenta o ambiente que ali se vive. Do mar à Ria, dos moliceiros às salinas.
Tempos houve em que, nas minhas férias, ano após ano (durante uns quantos), até conhecer quase todo o país continental, Aveiro era ponto obrigatório de paragem por mais que um dia, sempre que aquela região teve que ser atravessada. Algumas vezes, forçava a rota.
Deixo-vos as fotos e ESTE LINK, para quem quiser ler alguma coisa da sua história e, também, apreciar muitas e boas fotos.
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Tenham um boa semana.
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P.S.:
O seu a seu dono!
Afirmei que o "andante" se esgotava com uma passagem de ida ou de ida e volta passando, a partir daí, a fazer parte do lixo ecológico que enche os nossos espaços.
Não inventei, foi o que me disseram algumas pessoas do Porto, mesmo junto à máquina comedora de moedas.
O XISTOSA, que é um "tripeiro" de longos anos, informou que, afinal, o andante é recarregável. Ficam aqui a rectificação e as minhas desculpas. E o agradecimento ao Xistosa.
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(Actualizado a 19-06-2009. As actualizações serão colocadas logo ao início do slideshow).
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Daqui a uns dias virei convidar-vos a mais uma escapadinha.
Até lá.
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Normalmente, nessas apresentações deixo uns comentários.
A todos uma boa semana.
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